sábado, 22 de março de 2014

Próxima estação... Ticket to Ride

Opa!

Caixinha nova. Carinha de maltratada por seus entregadores, mas a esperança é a última que morre.
Para agravar... vem da Galápagos.
O jeito é abrir pois já paguei, não só para ver, mas para jogar também.
E não é que tá legal?

Ufa!

Ticket to Ride, um jogo de Alan R. Moon, produzido pela Days of Wonder e trazido para terras tupiniquins pela Galápagos Jogos.
Como é um jogo que não depende de língua, tudo o que a Galápagos precisou fazer foi imprimir seu logo na caixa e traduzir o manual.
Menos mal. A caixa veio com insert original (acredito eu) e as únicas cartas com texto não vieram traduzidas, o que não é problema nenhum pois são apenas referências.
Os trens são de muito boa qualidade e com cores bem vivas e distintas.
Tabuleiro de ótima qualidade. Um mapa ferroviário dos Estados Unidos e cidades canadenses próximas.
O jogo é uma aposta entre amigos para comemorar os 100 anos da viajem de Phileas Fogg ao redor do mundo em 80 dias. Quem consegue viajar de trem por mais cidades em apenas 7 dias?
Além dos vagões do jogo, mais três vagões de cada cor para reposição em caso de perda acompanham os componentes.
Manual em português (do Brasil), simples e bem ilustrado.
Cartas de ótima qualidade e gramatura.

Paris, Berlin, Madrid, Roma. A presença desta carta seria um deslize da Galápagos ou uma dica de um próximo lançamento?
 Ok. Jogo aberto, vamos à jogatina.

O jogo é simples, divertido e bonito. Joguei com esposa e filho, e todos nós adoramos.

Jogamos na Comedoria do SESC Rio Preto, o que atraiu a atenção de alguns espectadores casuais e gerou bastante interesse da parte de quem acompanhou.
Tirando a parte estratégica (ainda em formação), meu filho de 7 anos se adaptou facilmente, entendendo todas as regras e se virando muito bem.

A arte do jogo é belíssima.
Optamos pelo Fairplay para ninguém bloquear os adversários propositalmente. Desta forma, todos se divertiram. Minha esposa foi a vencedora da tarde e se apaixonou pelo jogo.
Ótimo divertimento. Agrada iniciantes e boardgamers veteranos.

E você? O que está esperando? Se dormir no ponto, vai perder este trem.

domingo, 10 de novembro de 2013

A Day in the Life of a Hero

Sábado.
Ainda que sozinho em casa, não podia dispensar uma boa jogatina.
Com o merchan da Smirnoff Ice Green Apple Bite (triplamente filtrada!), resolvi encarar uma aventura solo de D&D Wrath of Ashardalon...
"Mesa" pronta.
Hero: Quinn, Human Cleric.
At-will power: Sacred Flame e Righteous Advance.
Utility power: Healing Hymn.
Daily power: Blade Barrier.

Separado ao lado, o vilão de minha aventura: o Reptile Meerak, Kobold Dragonlord.
Logo no início da jornada, Quinn se depara com um cultista e se vê flanqueado por um Duergar Guard (graças a uma Encounter Card)...
Eliminado o Cultista, o Clérigo parte para cima do sentinela (agora em dupla devido ao esquecimento de que o mesmo herói não pode enfrentar dois monstros iguais), vendo ao fundo do corredor uma Legion Devil qual imagens espelhadas...
Parecendo ser uma boa estratégia, nosso herói corre para outro corredor da Dungeon conjurando uma barreira de lâminas atrás de si...

... mas os perigos que viriam à frente se mostrariam ainda piores.
Snakes, Cave Bears, Orc Smashers, Gibbering Mouthers, Vapores Vulcânicos... um caminho realmente extremo e perigoso!
Voltamos (agora que a Legion Devil foi mandada de volta pela Blade Barrier ao inferno de onde saíram)!
Encontramos assim, ao final do primeiro corredor, a saída da Dungeon... guardada por Meerak!

Quinn, sem exitar, corre ao encontro do vilão...
Após um violento embate (sustentado pela fé de Quinn, sua Sacred Flame e sua Saving Grace) nosso aventureiro consegue derrubar Meerak (com um espetacular 20 natural).
Vilão derrotado, Quinn (agora no segundo nível de experiência) deixa a Dungeon com sua missão cumprida... (poderia ficar para derrotar os monstros restantes, mas tinha outros compromissos, hehehe).

Importante deixar registrado: nenhuma Healing Surge foi usada nesta aventura!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Unboxing - Dungeons & Dragons - Wrath of Ashardalon

E aí galera... sim, infelizmente este Unboxing foi feito com fotos e não vai haver um vídeo.

- O QUE???!!! COMO ASSIM???!!!

Calma... eu explico. Esta semana não estou muito bem de saúde... mal estar, dores no corpo, febre alta, mal mesmo! Dessa forma, não estou em condições de aparecer em vídeo com cara de "vela derretida".
Por outro lado, não aguentaria ficar, sei lá... uma semana, esperando para abrir esta caixa e conferir seu conteúdo.

Então, abri a caixa, bati algumas fotos, e postei aqui.

Logo de cara, peso! O jogo é pesado. Uns 15% desse peso vai para o lixo... são os requadros dos tiles.
Não bati foto, mas a caixa veio com um machucado em umas das quinas. Não chegou a rasgar mas amassou.
Possivelmente uma pancada na loja pois a caixa externa não estava amassada, atestando que não foram os Correios.

Como podem ver, a arte da caixa é muito bonita.
Dentro, logo ao abrir, Livro de Regras, ricamente ilustrado e de ótima qualidade.

Também vem um Livro de Aventuras, com 13 aventuras. Uma solo e as demais para grupos de 2 a 5 jogadores. Algumas abrem campanhas com aventuras do jogo.
Tiles... muitos tiles. São 10 quadros como esse aí ao lado, com peças da Dungeon e outros tokens diversos, e mais 3 quadros do mesmo tamanho com os cartões dos heróis, de alguns vilões, do Ashardalon e mais alguns tokens variados.
Tudo empacotadinho e pronto para saciar nossa ansiedade.
Primeiro deck de cartas com habidades e poderes dos heróis e diversas cartas de Encontro.
No segundo deck de cartas, monstros, tesouros e os desafios das Chambers.
 Miniaturas. Não vou falar nada. Só mostrar.
Mentira. Vou falar sim. Pouco, mas vou.

Os Heróis de Wrath of Ashardalon. Vistra (Dwarf Fighter), Heskan (Dragonborn Wizard), Quinn (Human Cleric), Tarak (Half-Orc Rogue) e Keyleth (Elf Paladin).
Villain figures. Kraash (Orc Storm Shaman), Margrath (Duergar Captain), Bellax (Gauth) e Meerak (Kobold Dragonlord).
 Otyugh e Grells.
 Rage Drake, Snakes, Cultists e Legion Devils.
Orcsiss nojentos... Smeagol não gosta deles... Golum, Golum!


E o grande e poderoso Ashardalon.
 E uns 30 minutos depois...

domingo, 22 de setembro de 2013

E com a chegada de Runicards...

 ... me retirei para o campo! Mas não consegui ir sem levar o recém recebido Runicards - Batalha pela Terra do Fogo.

Após uma noite agradável tomando umas "biritas" em companhias de amigos, me embalei naquela rede ao fundo para ler o Livro de Regras... e acordei às três e vinte da manhã, ainda na rede e com o Livro de Regras aberto sobre meu peito.
 Já na tarde de sábado, após um churrasquinho no almoço, enquanto alguns se refrescavam na piscina e outros dormiam a sesta, armei a mesa de jogo e me aventurei em uma Aventura solo (pleonasmo????).
 Qualidade impecável. Cartas feitas pela Copag. Caixa de madeira Herói das Runas. E uma variedade grande de escolhas possíveis.
 Em busca de harmonia no Continente Perdido, o Monge sai em busca do Covil dos Basiliscos enfrentando Crânios Flamejantes e Congelantes e toda a sorte de criaturas monstruosas no caminho.
Infelizmente, após encontrar alguns vilões extremamente fortes, nosso herói defronta-se com o temível Balrog antes mesmo de chegar ao Covil.

E já que nossa aventura terminou aqui, o Rovalde Banchieri está dispensado de me mandar a carta upgrade do Monge Branco.

domingo, 15 de setembro de 2013

Unboxing - Contágio da Esquina dos Mundos

E aí galera... desta vez o Unboxing é fotográfico. Por que? Por que ao ver a embalagem decidi que este unboxing não merecia vídeo nem trilha sonora.
Me digam a verdade... é um primor de embalagem, concordam?
E tudo isto porquê? Simplesmente porque comprei DOIS jogos no financiamento coletivo. Isto mesmo... contribui duas vezes. Dois pacotes diferentes. Mas só recebi um. Então escrevi para a Esquina dos Mundos cobrando meu segundo jogo. E após mais ou menos um mês de troca de e-mails toda semana, foi isto que recebi.
 Ok. Embalagem ruim, mas aparentemente o jogo está beleza. A caixa do jogo, pelo menos, veio melhor do que a primeira (vejam as duas lado a lado no final do post).
 Mas ao abrir o jogo... o descaso da Esquina dos Mundos foi aparente. Vejamos:
 Talvez não dê para ver com clareza na foto, mas o acabamento das cartas, com relação ao corte destas, está horrível.
Cheias de picotes. Parecem ter sido cortadas com régua.
 A qualidade da impressão também deixou a desejar. Grande parte das cartas já gastas. E não me venham com o papo de ser proposital, pois as cartas do primeiro jogo estão boas.
 Os dados então... estes com baixo relevo azul e vermelho vieram na primeira caixinha. Já os ásperos, com pontos pintados de preto (que provavelmente vão sumir com o uso) são os que vieram na segunda caixinha.
Aqui estão as duas caixas. A única coisa que veio melhor agora. A primeira veio com falha na impressão e já chegou rasgada.

Decepcionante! Como estou sempre participando dos financiamentos coletivos nacionais, muitos me perguntam: Que garantias você tem de que vai receber algo bom? E a resposta de sempre é: Nenhuma! Pode ser que vez ou outra você quebre a cara, mas na maioria das vezes vale a pena.
É... não foi desta vez!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Diário de um Sobrevivente

Vinte e sete de agosto de 2013. Switch City. O cenário estava montado e nosso grupo reunido. Wanda, rápida como sempre, saiu em disparada com um pé de cabra naquelas mãos aparentemente frágeis. "Pessoal! Vou abrir esta porta!". Não estávamos com sorte. Uma família inteira. Uns cinco zumbis, eu acho. Phil, agora com duas pistolas, se adiantou enquanto Wanda se distanciava. Ele conseguia ver dois deles, mas só conseguiu derrubar um. 


Josh quis ser herói. Estava com um machado. A ideia era entrar e derrubar o segundo zumbi que estava na sala. Depois fugiria, como o bagre ensaboado que era. Nada funcionou como queríamos. Josh errou. Phil não podia atirar sem acertar Josh e ninguém mais estava armado. O garoto foi nossa primeira baixa.

A situação foi se complicando. Eles não eram rápidos, mas eram muitos. Corremos para os carros. Esses tunadões sempre escondem algo. Encontrei duas pistolas douradas. Doug, uma escopeta com um facão acoplado. Amy, essa não teve sorte. Procurou armas no carro da polícia e só encontrou um pé de cabra. Mesmo assim voltou para a briga.

Phil pegou a viatura (meio clichê, não?) e foi atrás de Wanda. A garota tinha fibra, mas não era muito inteligente. Não se deve sair por aí feito um louco, sozinho, em meio a um apocalipse zumbi. Eu falei várias vezes. Aparentemente, ela havia encontrado uma escopeta numa segunda viatura, mas aqueles balofos cuzões duma figa não são fáceis. Eles sempre estão acompanhados de walkers famintos.

Wanda foi nossa segunda baixa. Phil não pôde fazer nada além de vê-la ser devorada pelos malditos. O rapaz ficou louco. Saiu atropelando os desgraçados como se fosse um jogo. Avançava com a viatura, freava, e dava ré. Mas sempre apareciam mais.

Me posicionei estrategicamente no meio do cruzamento e dali derrubei vários. Horas de treino com jogos em primeira pessoa se mostraram úteis naquele momento. Pow, pow... e eles caíam como frutas maduras.

Enquanto isso, Doug e Amy resistiam. O engomadinho se transformou. Parecia Danny Trejo em Machete. Sangue pútrido espirrava para todo lado. Antes de cair, Amy arrombou a segunda porta. A garota foi profissa, mas ninguém dura muito só com um pé de cabra. Uma pena. Gostava daquela menina.

Quando vi Phil vindo em nossa direção, resolvi trocar de lugar com Doug e tentar entrar na casa. Lá dentro eu poderia vasculhar tudo e encontrar talves umas garrafas e um pouco de gasolina, hehe! Phil e Doug ficaram no cruzamento mas não foram capazes de conter a horda. Aqueles malditos runners começaram a aparecer. Ambos caíram ao mesmo tempo.

Fiz o possível. Estava sozinho e havia estourado vários deles. Mas um puto apareceu não sei da onde e me pegou. Nossa missão acabou. Eles venceram.

Switch City ainda está lá. Infestada. Você acha que consegue sobreviver?

Ned.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Toda a magia do Unboxing

Quem não gosta de abrir uma encomenda aguardada? Quem não se delicia ao ver aquilo que comprou chegando em casa... sendo entregue... surgindo de dentro da embalagem opaca e sem graça na qual é enviado?

Pois bem...

Essa é a magia do unboxing. Pra quem curte jogos (vídeo games, boardgames, cards...) sempre é uma sensação prazerosa. E divulgar isto em vídeo é muito legal. Ajuda a divulgar os jogos, a mostrar o conteúdo (que na maioria das vezes não é mostrado nos sites ou lojas), e nos permite também comentar, dar nossa opinião sobre os jogos e seus criadores e fabricantes.

Abaixo, se encontram três vídeos unboxing feitos por mim e divulgados no Youtube. O primeiro, feito no final de maio, mostro os jogos da MS Jogos, do grande game designer Marcos Macri, Gran Circo e Viagem no Tempo. o Segundo mostra lançamentos recentes, Citadels, da Fantasy Flight Games, lançado aqui no Brasil pela Galápagos Jogos, e Don Capollo, de Gustavo Barreto, lançado pela Devir. E por último, mas não menos importante, The Cook-Off, de Luís Francisco Baroni Coutinho, lançado pelo FunBox Jogos.





Seguem os links das editoras:



Devir Livraria (loja virtual): http://loja.devir.com.br/

FunBox Ludolocadora: http://www.funbox.com.br/


Curtam os vídeos, façam comentários, e a gente se esbarra por aí, nos boards da vida!